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Bactéria Carnívora

HONG KONG, China (AFP) Autoridades sanitárias de Hong Kong informaram nesta sexta-feira que estão investigando a morte de um homem de 55 anos vitimado por uma forma rara de bactéria carnívora.
O homem procurou um médico por causa de dores no pescoço e problemas respiratórios. Ele também sentia dores em sua nádega direita e acabou sendo internado no dia de Natal para sofrer uma cirurgia e ter o tecido infectado removido.
Depois foi transferido para outro hospital, onde acabou morrendo na quinta-feira.
Os exames mostraram que o ferimento da nádega da vítima estava infectado pela bactéria ‘streptococcus pyogenes’, que causa necrose nos tecidos, informou o Centro para a Proteção da Saúde.
Um porta-voz da instituição explicou que a bactéria pode destruir o tecido e causar a morte dentro de 12 a 24 horas depois da infecção.
A doença geralmente é causada quando a bactéria entra por um ferimento, por menor que seja, mas pode ser tratada com antibióticos e removida se prontamente diagnosticada.


Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/0…kong_bact__ria

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Prova Vermelho de Metila MR


Tem como objectivo determinar a capacidade dos microrganismos para oxidar a glicose com produção e manutenção de concentrações altas de produtos finais ácidos. Fazer a prova no meio MR VP (Methyl Red, Voges-Proskauer).
A glicose é o mais importante substrato oxidado por todos os microrganismos intestinais para a produção de energia. No entanto, os produtos finais deste processo variam, dependendo do equipamento enzimático presente na bactéria.
Apesar de todos os microrganismos intestinais fermentarem a glicose com produção inicial de ácidos orgânicos, há uns (ex. Escherichia coli) que mantêm um pH de 4 até ao fim da incubação, enquanto outros (ex. Enterobacter aerogenes) durante o último período de incubação convertem esses ácidos a produtos finais não ácidos como o etanol e a acetoína, resultando assim num pH mais elevado (pH 6) no final da incubação.
Nesta prova o indicador de pH, vermelho de metila, detecta a presença de grandes concentrações de produtos finais ácidos, pois tem um ponto de viragem baixo. A pH 4, o vermelho de metila vira para vermelho, o que indica uma reação positiva. Quando o pH é 6, apesar de ainda ser ácido, como há menos ions de hidrogénio, o indicador muda para amarelo e é uma prova negativa.

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Prova do Indol


O objetivo é determinar a capacidade do microrganismo degradar o aminoácido triptofano (presente em quase todas as proteínas) até indol.
O triptofano é um aminoácido essencial que pode sofrer oxidação pelas atividades enzimáticas de algumas bactérias. A conversão do triptofano em produtos metabólicos é mediada pela enzima triptofanase.
Como a capacidade de hidrolisar o triptofano com produção de indol (não é utilizado e acumula-se no meio) não é uma característica de todos os microrganismos serve como marcador bioquímico. Há microrganismos que não metabolizam o triptofano ou então fazem metabolização completa desse aminoácido sem produzir indol.
Utiliza-se um meio de cultura que contenha o aminoácido triptofano por ex.: água peptonada. Após o crescimento pesquisa-se a presença de indol adicionando o reagente de Kovac’s (cor amarelo) ao longo das paredes do tubo, de modo que não se misture com o meio de cultura. Este reagente reage com o indol produzindo um composto rosado.
As culturas que produzem um anel avermelhado na superfície do meio após adição do reagente são indol positivo. A persistência da coloração amarela do reagente demonstra que o substrato triptofano não foi hidrolisado a indol e indica uma reação negativa.

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Microbiota Bacteriana Humana

Todo ser humano nasce sem microrganismos. A aquisição da microbiota bacteriana envolve uma transmissão horizontal, ou seja, infecciosa de microrganismos. A colonização de superfícies expostas como a pele, o trato respiratório, o sistema gênito-urinário e o trato digestório, começa imediatamente após o nascimento seja durante o parto normal, parto cesariana ou amamentação. Padrões de alimentação, hospitalização e tratamento com antibióticos são fatores que afetam a composição da microbiota intestinal em crianças.

As diversas partes do corpo humano apresentam condições ambientais diversas que oferecem certas vantagens e desvantagens para a vida microbiana. Diferentes espécies de microrganismos adaptam-se aos distintos ambientes do corpo.

A microbiota normal humana desenvolve-se por sucessões, desde o nascimento até as diversas fases da vida adulta, resultando em comunidades bacterianas estáveis.

Os fatores que controlam a composição da microbiota em uma dada região do corpo estão relacionados com a natureza do ambiente local, tais como temperatura, pH, água, oxigenação, nutrientes e fatores mais complexos como a ação de componentes do sistema imunológico.

Estima-se que o corpo humano que contém cerca de 10 trilhões de células seja rotineiramente portador de aproximadamente 100 trilhões de bactérias. A composição da microbiota bacteriana humana é relativamente estável com gêneros específicos ocupando as diversas regiões do corpo durante períodos particulares na vida de um indivíduo. A microbiota humana desempenha funções importantes na saúde e na doença.

Os microrganismos membros da microbiota humana podem existir como (1) mutualistas, quando protegem o hospedeiro competindo por micro-ambientes de forma mais eficiente que patógenos comuns (resistência à colonização), produzindo nutrientes importantes e contribuindo para o desenvolvimento do sistema imunológico; (2) comensais, quando mantêm associações aparentemente neutras sem benefícios ou malefícios detectáveis e (3) oportunistas, quando causam doenças em indivíduos imunocomprometidos devido à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, terapia imunossupressora de transplantados, radioterapia, quimioterapia anticâncer, queimaduras extensas ou perfurações das mucosas.

A microbiota humana constitui um dos mecanismos de defesa contra a patogênese bacteriana, mas ainda que a maioria dos componentes da microbiota normal seja inofensiva a indivíduos sadios, esta pode constituir um reservatório de bactérias potencialmente patogênicas. Muitas bactérias da microbiota normal podem agir como oportunistas. Nestas condições a microbiota residente pode ser incapaz de suprimir patógenos transitórios, ou mesmo, alguns membros da microbiota podem invadir os tecidos do hospedeiro causando doenças muitas vezes graves. Em indivíduos sadios, algumas espécies de bactérias da microbiota oral causam cáries em 80% da população.

Fontes

Madigan MT, Martinko JM & Parker J. 1996. Biology of microorganisms, 8th. Prentice Hall, NJ, USA.

Trabulsi L.R et al. 1999. Microbiologia, 2a ed., Atheneu, SP.

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MONITORAMENTO DA FORMAÇÃO DE BIOFILME EM TORRE DE REFRIGERAÇÃO

A colonização bacteriana de cupons de latão e de aço carbono AISI
1020 foi avaliada após 60 dias de exposição à água de um sistema de resfriamento de
refinaria. Foram quantificadas bactérias aeróbias, anaeróbias e redutoras de sulfato
(BRS) tanto na fase séssil quanto na fase planctônica. A predominância de bactérias
aeróbias foi observada em ambas as fases. Nos biofilmes formados sobre latão e aço
carbono foram detectadas 1,0×105 cels/cm2 e 3,7×106 cels/cm2, respectivamente. As
bactérias anaeróbias sésseis também estiveram presentes em maior número no aço
carbono. Entretanto, as BRS só foram detectadas na fase planctônica. A taxa de corrosão
para o aço carbono de 14,7 mpy foi 4 vezes maior do que a observada para o latão.
Paper completo disponivel em PDF …>>PDF

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